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Genicologia, Orgasmo, Uroginecologia

Orgasmo

Orgasmo

O orgasmo é uma manifestação sensorial, possivelmente a mais agradável sensação que existe na natureza e que induz o indivíduo a buscá-la incessantemente.

O orgasmo resulta da manipulação dos órgãos genitais tanto na mulher como no homem tornando esta prática desejável pelos dois sexos. A existência do orgasmo se explica como um instrumento de indução da cópula fertilizante. O animal macho copula em busca da gratificação sensorial e ao obtê-la ejacula.

Fica deste modo assegurada a perpetuação da espécie. A natureza desenvolveu a associação entre o orgasmo e a ejaculação com tal perfeição que em condições normais é impossível se obter um orgasmo sem ejaculação. Em virtude dessa associação fica claro que o orgasmo só é indispensável ao macho da espécie. A mulher não necessita de orgasmo para engravidar porque engravida em condições tais como dormindo, em estado de coma, ou sob anestesia. Na realidade é sem orgasmo feminino que se faz fertilização in-vitro, após a obtenção do sêmem através da ejaculação. Há mulheres, cerca de 30%, que têm orgasmo tão fácil quanto o homem através de masturbação ou de cópula com qualquer parceiro.

Nessas mulheres o hormônio masculino (testosterona) se apresenta em níveis ótimos.

Em outros 30% das mulheres ocorre o orgasmo em condições especiais ou somente com um ou alguns parceiros. Isso se aplica a mulheres mais românticas que exigem um vínculo afetivo com o parceiro para se libertarem das inibições naturais e alcançarem o orgasmo.

As outras mulheres, cerca de 30 a 40% não têm orgasmo. A maioria dessas, entretanto, poderão tê-lo depois de identificado a causa da anorgasmia. As causas de anorgasmia podem ser físicas ou psicológicas. Entre as causas físicas se destacam as endócrinas (nível baixo de hormônio masculino, nível baixo de hormônio tireoidiano, excesso de corticóides) e as provocada por remédios (antidepressivos, tranqüilizantes, antihistamínicos, entre outros)

As causas psicológicas são muito variadas e vão desde a formação religiosa, até traumas familiares ou afetivos.

3 Comments

  1. Yes!

  2. Eu li algumas coisas boas aqui. Definitivamente, vale a pena revisitar os favortitos…haha

  3. Eu vi o seu post no blog e eu gostaria de dizer que foi muito informativo.

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